Mais um dia se completa repleto de emoções...
Um trabalho completo.
Um jogo bom de se assistir.
Um D.R que sempre apimenta um relação.
E um assalto à noite.
Foi mais ou menos a isso que se resumiu a minha segunda feira.
Terminei a caixinha de musica da minha namorada.
Ficou muito bonita, e ela adorou.
Assisti o jogo do Brasil, que foi mais um passeio do que um jogo. Estou louco para ver como a seleção vai se sair contra um time de verdade(Holanda).
Entreguei a caixa de música à minha namorada, e ela adorou o resultado.
Depois uma discussão de relação com a mesma.
Algo normal em todos os relacionamentos. Uma pitada de pimenta que é essencial.
E como todo bom carioca, encerrei o dia como tal. Fui assaltado em guadalupe enquanto esperava o ônibus no ponto.
Nada demais. Já virou rotina.
Estou morrendo de sono, e sem idéias parar postar aqui.
Em breve voltarei para postar artios interessantes.
Um Abraço e até a próxima.
Por: Elias Ferraz
segunda-feira, 28 de junho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
Simplicidade
Boa noite.
Hoje tive um dia bem atarefado, embora tenha sido um domingo.
Fui entregar um trabalho do meu pai na barra da tijuca, e de lá dei uma volta.
Chegando em casa tinha uma tarefa a fazer, uma caixinha de musica que havia prometido à minha namorada e que faz parte do cosplay dela.
Um trabalho aparentemente simples que iria por à prova minhas supustas habilidades com a arte da marcenaria.
Depois de levar algumas surras me deparei com o resultado parcial e me espantei.
Como consegui fazer tão bem uma tarefa complicada a qual eu nunca havia realizado antes?
Não tardou a comecar a vangloriar-me.
Após isso, parei para pensar.
Algo aparentemente simples que não necessita de uma formação acadêmica é complicado de fazer, porém proporciona um resultado esplendoroso.
Outra conclusão foi a de que uma profissional que tanto se dedica ao seu trabalho e realiza grandes obras não tem o reconhecimento merecido.
Embora esse profissionais não possuam diplomas, sem eles não haveria nada na sociedade.
É deles que vem as nossas casas, nossos móveis e um monte de outras coisas.
São peças vitais do nosso mundo, porém ninguém quer pertencer a esse grupo.
Porquê tanta discriminação?
Confesso que não sei, talvez venha da mania de superioridade que existe em todas as pessoas, talvez seja o ego do ser humano.
Mas pode ter certeza, sem eles você não estaria lendo isso.
Pense nisso.
Um abraço e até a próxima.
Por: Elias Ferraz
Hoje tive um dia bem atarefado, embora tenha sido um domingo.
Fui entregar um trabalho do meu pai na barra da tijuca, e de lá dei uma volta.
Chegando em casa tinha uma tarefa a fazer, uma caixinha de musica que havia prometido à minha namorada e que faz parte do cosplay dela.
Um trabalho aparentemente simples que iria por à prova minhas supustas habilidades com a arte da marcenaria.
Depois de levar algumas surras me deparei com o resultado parcial e me espantei.
Como consegui fazer tão bem uma tarefa complicada a qual eu nunca havia realizado antes?
Não tardou a comecar a vangloriar-me.
Após isso, parei para pensar.
Algo aparentemente simples que não necessita de uma formação acadêmica é complicado de fazer, porém proporciona um resultado esplendoroso.
Outra conclusão foi a de que uma profissional que tanto se dedica ao seu trabalho e realiza grandes obras não tem o reconhecimento merecido.
Embora esse profissionais não possuam diplomas, sem eles não haveria nada na sociedade.
É deles que vem as nossas casas, nossos móveis e um monte de outras coisas.
São peças vitais do nosso mundo, porém ninguém quer pertencer a esse grupo.
Porquê tanta discriminação?
Confesso que não sei, talvez venha da mania de superioridade que existe em todas as pessoas, talvez seja o ego do ser humano.
Mas pode ter certeza, sem eles você não estaria lendo isso.
Pense nisso.
Um abraço e até a próxima.
Por: Elias Ferraz
Assinar:
Postagens (Atom)